Portas abertas,
novos caminhos.
Passo a passo,
rastros, recados, imagens...
O dito e o não dito,
feitos e fabricos.
Arte e vida. Vida e emoção.
Sinergia, laços, conexões.
Recados e manias,
pausas,idéias,
gritos e sussurros.

Que bom ver você por aqui!!!

Que bom ver você por aqui!!!
O que você achou? Vou adorar se você deixar um comentário no final do post, ok?

domingo, 19 de julho de 2009

alice no país das maravilhas

Fotos liberadas para divulgação pela Disney


Está prevista, para abril de 2010, a estréia no Brasil do longa Alice no País das Maravilhas,
com imagens em 3D, na versão do diretor Tim Burton.
Produzido pela Disney , o longa traz no elenco Mia Wasikowska (como Alice), Anne Hathaway, Johnny Depp (como o Chapeleiro Maluco), Helena Bonham Carter (como a Rainha de Copas), Alan Rickman, Matt Lucas, Michael Sheen, Crispin Glover, Christopher Lee e Eleanor Tomlinson.

Considerado um clássico da literatura inglesa, a obra mais conhecida de Lewis Carrol (1865), Alice no País das Maravilhas é do gênero nonsense.
No original, Alice é uma garota curiosa, mas entediada porque nada interessante acontece à sua volta.
De repente, no jardim, aparece um Coelho Branco, com olhos cor-de-rosa, muito apressado, que muda tudo na vida de Alice.
E Alice mergulha, literalmente, no País das Maravilhas.
Um mundo novo, recheado de coisas, lugares, personagens e
fatos estranhos, nunca antes, sequer, imaginados.
Lá, num emaranhado de situações inusitadas, Alice, por exemplo,
conhece os irmãos gêmeos Tweedle-Dee e Tweedle-Dum, o Gato Risonho, e a Lagarta; toma chá com a Lebre Maluca e o Chapeleiro Louco
e participa de um jogo de cricket com a Rainha de Copas.

Desde a sua criação, Alice no País das Maravilhas é um conto surreal,
recheado de mensagens subliminares, e uma incógnita.
Para alguns, uma elegia ao sonho ou uma crítica à sociedade; também identificado com as questões da psicologia adolescente, e até mesmo com uma viagem lisérgica..
Sob outro enfoque , faz alusões e referências a questões de lógica e à matemática
(Carrol era professor de matemática).

A minha expectativa, acho que de muitos, é enorme.
Só espero que o estilo excêntrico do diretor e a tecnologia não destruam o mito e a viagem imaginária da melhor, e inesquecível, história de aventuras da minha infância.
Afinal, Tim Burton é, também, o famoso e talentoso diretor de
A fantástica fábrica de chocolate, A noiva cadáver, Batman e outros.




bemalice

Adoro viajar, o que não faço há muuiiitooo tempo.
Nas idas e vindas, perto ou longe, o que mais me atrai e distrai são os caminhos.
Cartazes / lojinhas / butecos / conversa alheia / nomes e fachadas / gente parada, comendo, falando / estilo de roupa... e vai por aí.
Na internet não é diferente. A curiosidade é a mesma.
De vez em quando aparecem coisas bem legais e, aí, eu boto aí ao lado pra compartilhar com quem passa por aqui e também gosta de novidades.
E, por esses atalhos, achei um site bem legal:
o TrapoChic - http://www.trapochic.com/, onde a gente encontra uma galera que faz camisetas com qualquer estampa, do catálogo ou sugeridas, e entrega no Brasil inteiro.

É só conferir.

sábado, 18 de julho de 2009

Desilusão em banda larga, de David Lima

O mundo todo se conectou,
e ninguém inventou computador que saiba amar.
Download de apreço, download de amor...
O mundo todo se adicionou,
criou comunidade,
e ninguém inventou download da verdade.
Inventaram spam, pornografia,
cruel sabedoria, disconexão total!

De que me vale a banda larga se eu largo a banda no final?
De que me vale seu orkut se a gente nem se curte?
De que adianta ICQ se a gente nem se vê?
Pra quê webcam se a gente nem “pã” ?
MSN é uma ova, eu quero é prova real.
Seu papo virtual só me chateia, o chat me entedia,
você me tratou tão bem no outro dia e agora age feito conexão discada...

Sabe qual é da parada?
Cansei e vou te bloquear!
Não aguento mais esta insana distância,
não quero mais teclar!
Desconecta de mim,
vê se me larga!
A banda larga,
a fila anda,
o tempo acaba.


(David Lima - Agosto de 2005)

No link (YouTube) do título, o autor, David Lima, aluno da Escola Lucinda de Poesia Viva, dizendo sua poesia "Desilusão em Banda-Larga", que ficou entre as vencedoras do VII FestCampos de Poesia, 2005 e foi publicada numa coletânea do festival em 2007.

alice hoje - alice sempre

Dia de faxina. Na alma e no coração.
Sons e territórios por onde eu passei, pequenininha.
Viagem no tempo dos hojes na dimensão do sempre.

“Os mapas da alma não tem fronteiras” segundo Eduardo Galeano ao ser condecorado com a Ordem de Maio, da República Argentina.

E mais, “me reconhecer em mulheres e homens que são meus compatriotas, nascidos em outras terras, e reconhecer-me em mulheres e homens que são meus contemporâneos, vividos em outros tempos”.

Essa a magia da música.
Pro dia nascer feliz’, ‘Coisas que eu sei’ do meu ‘Infinito Particular’ e do ‘Universo ao meu redor’

Simples assim, com Louis Armstrong.








sexta-feira, 17 de julho de 2009

alicesemsono

disseoquedisse
dissodeser
dissonante
insensatosonoro
semsono
d d d i s
i i i n e
s s s s m
s s s e s
e o o n o
o d n s n
q e a a o
u s n t
e e t o
d r e s
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s n
s o
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o

terça-feira, 14 de julho de 2009

alice hoje

vivaavida
devidoavidavivida
vivo




segunda-feira, 13 de julho de 2009

Valeu a pena? Tudo vale a pena se a alma não é pequena (Fernando Pessoa)

Mais um domingo de chuva e frio. Uma certo tédio, uma certa tristeza...
Um certo arrependimento. Tô passada.
Às vezes a gente troca os pés pelas mãos, erra a receita e o bolo sola, o pudim vira calda, a torta desanda, o CD arranha e a festa não rola.
De surpresa em surpresa, desculpem, mas (ainda) estou perplexa.
Do texto excelente, como sempre, da Martha Medeiros, publicado na Revista O Globo - edição de domingo, 12 de julho -, fiz alguns recortes e t
omo a liberdade de comentar, às vezes até discordar de algumas afirmações. Aí vai.

Escandalosa sinceridade
É do admirável dramaturgo e escritor Domingos Oliveira a frase que me inspirou esta crônica. Diz ele: “A única coisa que ainda escandaliza hoje em dia é a sinceridade”.
(MM)

O que ainda me deixa escandalizada mesmo é a mentira, gratuita e inconsequente, principalmente, quando vem de um(a) amigo(a).

A sinceridade destroi castelos de areia. É a realidade sem anestesia. Ela não estimula reticências, não teatraliza as relações humanas, não debocha da credulidade alheia, não falsifica impressões. A sinceridade é de vanguarda. É tão soberana que emudece a todos. É tão inesperada que impede retaliações. A sinceridade é o ponto final de qualquer discussão.
Quer deixar alguém perplexo? Fale a verdade.
(MM)

Fico mais à vontade com a simplicidade da verdade.
Não sei lidar com gente que escamoteia, que não olha direto no olho.

Gente que não diz tudo, que tenta manipular situações e que, pra se afirmar, precisa de mentiras ou verdades incompletas.
Como diz o ditado ‘mentira tem pernas curtas’.
Mentira tem legenda, basta ser bom observador.
Quer me deixar perplexa? Seja mentiroso.
Mentira aparece... no olhar, no ombro curvado, no abraço mal dado.


As pessoas sábias são admiradas quando contam o que sabem, mas impressionam mesmo é quando serenamente confessam: não sei. O “não sei” é comovente. Os melhores filmes, as melhores peças, os melhores livros tratam sobre a nossa ignorância, não sobre a nossa genialidade.
Eu errei. Eu traí. Eu fiz asneira. Eu me iludi. Eu sou assim. Extra, extra! À solta alguém que se assume, que perdoa seus próprios tropeços, que não recorre ao Photoshop na hora de expor o caráter.
(MM)

Não precisa ser sábio!... Basta gostar de si mesmo e, mais, gostar, considerar, respeitar, valorizar o(a) amigo(a), ou qualquer outro semelhante.

Escândalo é alguém te olhar nos olhos e admitir com tranquilidade: nunca li Guimarães Rosa, nunca soube entender. Eu já disse “te amo” sem ter certeza. Não tenho confiança nas minhas decisões. Não uso filtro solar. Dirijo depois de beber alguns cálices de vinho. Eu fiz um aborto. Estou sofrendo por amor. Fui deixada. Já pensei em suicídio. Já pensei em morar no meio do mato. Me arrependo de ter filhos. Me arrependo de não ter tido filhos. Casei por dinheiro. Casei por medo da solidão. Não casei porque não me quiseram. Não perdoo meu pai. Fui injusta com minha mãe. Perdi oportunidades. Vacilei com um amigo. Estou sem paciência com os outros. Quero começar a viver enquanto há tempo. Não tenho talento. Tive sorte. Nunca passei a perna em ninguém. Nunca menti para me safar. Menti demais para não magoar. Nunca fui agradável. Nunca inventei um personagem. Inventei vários personagens. Não sei direito quem sou. Não sei.
Extra, extra! (MM)

Pra mim, não é escândalo.
É equilíbrio entre caráter e personalidade.
Um tem a ver com maturidade moral de cada um, com os comportamentos e as escolhas que fazemos. A gente vai construindo pela vida afora, selecionando e incorporando influências que valham a pena. É alicerce de moral e ética.
O outro é essência, vem do berço e da aprendizagem.


Isso é só um desabafo. Afinal, não sou nem quero ser a palmatória do mundo.
Não sou mais ou melhor do que ninguém.
Mas, tenho certeza, a verdade me faz sentir mais confortável.

Um pouco de poesia, com uma pitadinha de psicanálise, ajudam a gente a viver melhor e a ser mais feliz.

... Eu não estou neste mundo para viver as suas expectativas. E você não está neste mundo para viver as minhas. Você é você, e eu sou eu, e se, por acaso, nós nos encontrarmos, será lindo. Se não, nada se pode fazer.
(Frederich Perls)