Portas abertas,
novos caminhos.
Passo a passo,
rastros, recados, imagens...
O dito e o não dito,
feitos e fabricos.
Arte e vida. Vida e emoção.
Sinergia, laços, conexões.
Recados e manias,
pausas,idéias,
gritos e sussurros.

Que bom ver você por aqui!!!

Que bom ver você por aqui!!!
O que você achou? Vou adorar se você deixar um comentário no final do post, ok?

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

sonsdealice


Clicando aí ao lado - SONSDEALICE / O som das cidades,
a gente entra num site maneiríssimo.

É o "CitySounds.fm - The music of cities",
com 32 cidades do mundo inteiro. Em cada uma dá pra acessar
mais de 200 músicas e sons diferentes, definidos como
característicos em cada lugar.

Tomara que vocês também achem uma curtição.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

alicenoparaíso





Recebi, por e-mail, o texto que segue da Malka, uma das amigas-cúmplices em confidências e catarses etílicas.
O "paraíso" nem sempre é o que parece.



DESNECESSÁRIA


"A BOA MÃE É AQUELA QUE VAI SE TORNANDO DESNECESSÁRIA COM O PASSAR DO TEMPO."
VARIAS VEZES OUVI DE UM AMIGO PSICANALISTA ESSA FRASE

E ELA SEMPRE ME SOOU ESTRANHA.
ATÉ AGORA.

AGORA QUE MINHA FILHA ADOLESCENTE, AOS QUASE 18 ANOS,
COMEÇA A DAR VÔOS-SOLO.
CHEGOU A HORA DE REPRIMIR DE VEZ O IMPULSO NATURAL MATERNO

DE QUERER COLOCAR A CRIA DEBAIXO DA ASA,
PROTEGIDA DE TODOS OS ERROS, TRISTEZAS E PERIGOS.
UMA BATALHA INTERNA HERCÚLEA, CONFESSO.
QUANDO COMEÇO A ESMORECER NA LUTA PRA CONTROLAR A SUPER-MÃE

QUE TODAS TEMOS DENTRO DE NÓS,
LEMBRO LOGO DA FRASE, HOJE ABSOLUTAMENTE CLARA.

SE EU FIZ O TRABALHO DIREITO,
TENHO QUE ME TORNAR DESNECESSÁRIA.

ANTES QUE ALGUMA MÃE APRESSADA VENHA ME ACUSAR DE DESAMOR,
PRECISO EXPLICAR O QUE SIGNIFICA ISSO:

SER "DESNECESSÁRIA"

É NÃO DEIXAR QUE O AMOR INCONDICIONAL DE MÃE,
QUE SEMPRE EXISTIRÁ, PROVOQUE VÍCIO E DEPENDÊNCIA NOS FILHOS,

COMO UMA DROGA,
A PONTO DE ELES NÃO CONSEGUIREM SER AUTÔNOMOS,

CONFIANTES E INDEPENDENTES.
PRONTOS PARA TRAÇAR SEU RUMO, FAZER SUAS ESCOLHAS,

SUPERAR SUAS FRUSTRAÇÕES E COMETER OS PRÓPRIOS ERROS TAMBÉM.

A CADA FASE DA VIDA, VAMOS CORTANDO
E REFAZENDO O CORDÃO UMBILICAL...
A CADA NOVA FASE, UMA NOVA PERDA E UM NOVO GANHO,

PARA OS DOIS LADOS, MÃE E FILHO.
PORQUE O AMOR É UM PROCESSO DE LIBERTAÇÃO PERMANENTE

E ESSE VÍNCULO NÃO PARA DE SE TRANSFORMAR AO LONGO DA VIDA.
ATÉ O DIA EM QUE OS FILHOS SE TORNAM ADULTOS,

CONSTITUEM A PRÓPRIA FAMÍLIA E RECOMEÇA O CICLO.
O QUE ELES PRECISAM É TER CERTEZA DE QUE ESTAMOS LÁ, FIRMES,

NA CONCORDÂNCIA OU NA DIVERGÊNCIA,
NO SUCESSO OU NO FRACASSO,

COM O PEITO ABERTO PARA O ACONCHEGO, O ABRAÇO APERTADO,
O CONFORTO NAS HORAS DIFÍCEIS.

PAI E MÃE SOLIDÁRIOS CRIAM FILHOS PARA SEREM LIVRES.
ESSE É O MAIOR DESAFIO E A PRINCIPAL MISSÃO.

AO APRENDERMOS A SER "DESNECESSÁRIOS",
NOS TRANSFORMAMOS EM PORTO SEGURO

PARA QUANDO ELES DECIDIREM ATRACAR."


A autora é Marcia Neder, Psicóloga e Psicanalista. Doutora e pós-doutorada em Psicologia, PUC-SP. Márcia Neder Bacha é psicanalista e pesquisadora da UFMS e da USP/NUPPE. Doutora em Psicologia Clínica, autora de Psicanálise e Educação – Laços Refeitos e A arte de formar: o feminino, infantil e o epistemológico, e diretora de redação da revista Claudia

sábado, 29 de agosto de 2009

sábadosdealice


Todo mundo espera alguma coisa... de sábado à noite



noitesdealice

POEMA DA NOITE


O texto, escura escama, pesadelo de eternidade,
máscara densa do universo vomitando.
O texto, mas não a energia que o pensou,
interrogando a simultaneidade absoluta.
Há uma esperança nas ruas, nas pedras, no acaso
de tudo, uma esperança, uma forma suspensa
entre o aparente e a essência, entre o que vemos
e a substância, uma esperança, uma certeza talvez
de que o rio não se dissolva no mar, de que
o ínfimo, o precário, a voz, a sombra,
o estalar das carnes na explosão
não se dispersem no todo, impensável medusa da inexistência.
Há uma luz qualquer sonhando integração, o suposto
destino dos ventos, das energias globais, a suposta
sabedoria com que o homem fecundou a crosta
envenenada do planeta, há uma luz qualquer
ensaiando águas pensadas no eterno esvair-se,
abstrato expansionário, há uns olhos além
da frágil realidade, da terrível matança, da
cruel carnificina entre seres pestilentos aquém
da fronteira do sonho, um texto além do texto,
uma esperança talvez, enquanto somos e nos cumprimos,
enquanto somos e nos oxidamos, enquanto
somos e prosseguimos.

(Afonso Henriques Neto)






Afonso Henriques de Guimaraes Neto nasceu em Belo Horizonte em 1944. Aos 10 anos, foi para o Rio de Janeiro e depois para Brasília, onde concluiu os estudos fundametais e, posteriormente, a faculdade de Direito. Pertenceu a chamada 'geração marginal'. Afonso é filho do poeta Alphonsus de Guimaraes Filho e neto do grande poeta simbolista Alphonsus de Guimaraes. Desde sua estréia em 1972, publicou cerca de 10 excelentes livros de poesia. Leia mais sobre Afonso Henriques Neto.


Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/08/28/texto-afonso-henriques-neto-217716.asp

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

estrelasdealice

Caramba... Galileu da Galileia
Galileu trouxe o céu e as estrelas mais perto de nós
há 400 anos, quando inventou o telescópio.





Disseram que ele não vinha, olha ele aí
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
E como já dizia Galileu na Galiléia
Malandro que é malandro não bobeia
Se malandro soubesse como é bom ser honesto
Seria honesto só por malandragem, caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
Diziam também que a terra era quadrada
Mas ficou provada que a terra é redonda, caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
Quem ama quer casa, quem quer casa quer criança
Quem quer criança quer jardim
Quem quer jardim quer flor
E como já dizia Galileu, isso é que é amor
Ai, ai caramba, ai ai caramba
Ai, ai caramba, ai, ai caramba
(JorgeBenJor)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

domingodealice

Domingo manhoso.

Acordei às 8, depois de uma noite gostosa de sono e sonhos (que eu nem lembro, mas que dizem sempre tem).
Solzinho maroto brincando com o vento, balança as cortinas e me chama pra vida.
Café quentinho com gengibre e anis estrelado, música no ar com Paul Collier na paz da manhã.
Rumo à Vitória (quer nome melhor de padaria?), bom dia pra lá, bom dia pra cá,
Parece que todo mundo também acordou feliz nesse domingo.
Êta pãozinho gostoso... quentinho... Suco de laranja... Jornal de domingo...
Já li tudo e, mais uma vez, a Martha Medeiros revela (pro mundo!) coisas que eu vinha remoendo..., sem falar pra ninguém!

Desacorrentadas, “Poético e libertador é pensar que nunca estarei sem ninguém, porque chega uma hora em que a gente decide que é alguém e basta”.

É isso mesmo, Martha. É muuuiito bom sentir e exercer essa liberdade de escolhas, sem precisar dar satisfação, sem culpa, sem hora marcada, quando, onde, quem, como...
Ligar, desligar, aumentar o som, ver o mesmo filme quantas vezes quiser, ouvir e repetir a mesma música, quantas vezes tiver vontade... e cantar junto - Elis, Djavan, Zeca, Martnália, Tim Maia, Maria Rita, Vanessa da Mata, Ana Carolina, Cássia Eller, Dani Carlos (Coisas que Eu Sei) e o que mais me faz feliz.

E acender incenso? E três ao mesmo tempo?
E pão com guaraná? Delícia!!!
Eu e a minha pessoa de mim mesmo A-DO-RA-MOS!
Também, assistir TV e mudar de canal no meio do programa?
E ver dois filmes ao mesmo tempo?

E ficar zapeando até achar, ou não, alguma coisa mais interessante pra assistir?
E cafezinho com gengibre e anis estrelado?

NÃO-TEM-PREÇO!
DE-SA-COR-REN-TA-DA e ponto!

E Feliz!

(?) Nem sempre...